Para rodar seus programas Clojure, além do clojure.zip, você precisa do Java runtime. Precisa ser a versão 5 no mínimo, mas é muito recomendado usar 6 pois melhorias de performance a melhores logs de erros.
Vamos analizar um pouco mais da linguagem agora. Quando estamos no prompt, podemos imprimir usando a função println.
hello world
user=> (println "hello world")
| hello world
-> nil
A segunda linha é o output e a terceira linha, nil, é o retorno da função.
Definindo funções
Como toda linguagem você pode definir suas próprias funções:
user=> (defn hello [name] (str "Hello, " name))
⇒
#'user/hello
O que essa linha faz ?
- defn define uma função.
- hello é o nome da função.
- a função hello recebe um argumento, name.
- str é uma chamada a uma função que concatena argumento em uma string.
O valor de retorno é #’user/hello. O prefixo #’ indica que a função foi guardada em uma variável Clojure, e user é o namespace dessa função.
Usando funções
Uma vez criada a função e guardada em uma variável clojure, podemos chama=la:
user=> (hello "anderson")
⇒
"Hello, anderson"
Variaveis especiais
As variáveis que criamos e guardamos no Clojure continuam acessíveis:
user=> (hello "anderson")
"Hello, anderson"
user=> (hello "Caelum")
"Hello, Caelum"
E agora podemos combinar essas variáveis especiais:
(str *1 " and " *2)
⇒
"Hello, Caelum and Hello, anderson"

September 4th, 2010 → 6:16 pm
[...] Sobre Clojure: Hello World e Funções #1 [...]
September 9th, 2010 → 7:55 pm
[...] This post was mentioned on Twitter by Bruno, Everton Cardoso. Everton Cardoso said: RT @abstractj: Quer começar com #Clojure?! Dá uma lida nos posts do @anderson_leite http://bit.ly/ceaDTD, http://bit.ly/a8LxLt, http:// … [...]