DDD – Part 1 – Documentação e Ubiquitous Language

Posted on March 4, 2009

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Domain-Driven-Design tem sido um dos assuntos mais discutidos nos fóruns e eventos de java/desenvolvimento, e o livro/bíblia do assunto é o Domain-Driven Design: Tackling Complexity in the Heart of Software , Eric Evans.

Vou colocar aqui as principais passagens do livro dividido por partes. Os primeiro capítulos dizem muito a respeito de documentação e Ubiquitous Language, a linguagem comum entre quem implementa o código e o cliente que conhece a regra de negócio que o software deve resolver.

“It comes in the form of documents written for the project or used in the business, and lots and lots of talk.”

Um dos principais pontos do livro diz respeito a quantidade de informações que são perdidas caso seu modelo não seja rapidamente implementado na forma de software de verdade, o que faz DDD ser muito relacionado com metodologias ágeis.

“(UML) increases the utility of written text documents, as well as the informal
diagrams and casual conversations reemphasized in Agile processes.”

“UML diagrams are pretty good at communication relationships between objects, and they are fair at
showing interactions. But they do not convey the conceptual definitions of those objects.”

“They are too complete because people feel they have to put all the objects that they are going to conde into
a modeling tool.”

“Diagrams are a means of communication and explanation, and they facilitate brainstorming”

UML não deve ser utilizada como aquela documentação do software completa e sim como uma linguagem de
comunicação, apenas uma forma de representar seus modelos de forma mais comunicativa.

“Use the same language in diagrams…then refactor the code, renaming classes, methods, and modules to conform to the new
model.”

Ubiquitous Language…

Esse é um resumo bem simples da primeira parte do livro, na continuação o foco é em model e design, continua num próximo post.

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